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Cada vez mais indispensável em nosso cotidiano, o Instagram é a maior plataforma de compartilhamento de fotos online. Dando uma grande gama de opções a seus usuários, a rede social também tem explorado com sucesso as áreas de streaming e de e-commerce, sendo utilizada intensamente no Brasil. Agora, segundo o site estadunidense The Verge, ela está querendo aumentar sua receita a partir da criação de um aplicativo independente apenas para compras.

O aplicativo, que poderá ser chamado de IG Shopping, permitirá que usuários pesquisem e comprem produtos de empresas que eles sigam. Não é certo quando ele será lançado por conta de seu desenvolvimento ainda estar em processo, além das chances de sequer ser divulgado em caso de cancelamento. Por parte do Instagram, porém, não houve nenhum comentário.

Propriedade do Facebook desde 2012, o Instagram já tinha demonstrado sua capacidade para vendas. Com seu sistema, que deve ser utilizado também no novo aplicativo, as empresas podem postar seus produtos e diretamente informar o preço e outros dados importantes sobre eles. Portanto, aumentar suas capacidades no campo do e-commerce seria uma decisão sensata por parte da companhia.

Dessa forma, fazer com que seja mais fácil e rápido para lojas criarem seus negócios pelo Instagram é essencial. Segundo o que foi dito pela diretora de operações do Facebook, Sheryl Sandberg, das mais de 25 milhões de empresas com perfil no Instagram, 2 milhões são anunciantes. Além disso, cerca de 50% destas não possuem um site próprio, utilizando apenas o aplicativo como sua principal plataforma de negócios.

Se os rumores se mostrarem reais, o IG Shopping não seria o primeiro aplicativo a parte que carrega o nome do Instagram. Em junho deste ano, a empresa lançou o IGTV, onde permite que os usuários postem vídeos de longa duração, com o diferencial de serem gravados na vertical. A plataforma, que bate de frente com o Youtube, tem demorado para ter o devido reconhecimento. Já o app de compras tende a ter mais sucesso, visto que seria de simples uso para os vendedores já ativos na rede social e atingiria com facilidade clientes da geração Z e millenials.